My Own English ● Marília - SP

Os alunos que procuram uma escola de inglês não têm como principal objetivo falar inglês.

Os alunos que procuram uma escola de inglês não têm como principal objetivo falar inglês.

O que há por trás da fluência!

Os alunos que procuram uma escola de inglês não têm como principal objetivo falar inglês.

Os alunos que procuram uma escola de inglês não têm como principal objetivo falar inglês, os alunos buscam suprir as necessidades que vão além da fala – eles buscam atingir a fluência e se comunicar de uma forma fluida assim como os nativos.
Quem nunca começou um curso de inglês  e parou várias vezes, trocou de escola, trocou de professor, mas mesmo após a troca acabou desistindo e até chegou a pensar: Inglês não é para mim ou Inglês é uma língua muito difícil de se aprender. Será mesmo que estes questionamentos são feitos por conta da língua que tem uma estrutura difícil de acompanhar? Ou é porque as escolas e franquias criaram métodos com foco em um público alvo específico?
O foco principal das franquias é desenvolver materiais e metodologias próprias que infelizmente não atende à demanda, pois trata-se de um modelo de ensino que limita o desenvolvimento do aluno.

E porque estas metodologias são consideradas limitantes?

Porque elas se baseiam em um modelo que chamamos de “General English” que é um modelo onde a língua é ensinada como uma matéria escolar, ou seja, de forma conteudista e palestrada, com pouca prática ativa do aluno, um ensino focado em gramática, vocabulário – seja ele traduzido ou memorizado e com pouco estimulo para desenvolver as habilidades necessárias para atingir a fluência (HARMER 2015). O principal objetivo destes formatos de cursos era atingir a massa. Nessa abordagem de ensino, já nas primeiras aulas é possível notar as necessidades dos alunos e traçar o planejamento de todas as ferramentas utilizadas para gerar estímulos adequados para que os possam fazer o que chamamos de output- expor o que aprendeu.
O que acontece com a grande maioria dos alunos durante o período do curso é que precisam se adaptar ao formato de aula criado apenas para as pessoas que têm facilidade em aprender línguas, fazendo com que os outros alunos tenham que se adaptar ao conteúdo e a metodologia, e não ao contrário.
Em um sistema palestrado, conteudista que usa como base o ensino de perguntas e respostas prontas, com maior foco em repetições e memorizações de situações diárias que não se aproximam da realidade do uso da língua, a metodologia  por fim  não supre a principal necessidade do aluno que precisa se tornar fluente, uma vez que esta demanda não é atendida a única forma é buscar uma outra metodologia que supra essa necessidade.
O que ocorre é que os alunos continuam trocando de escolas, mas não de metodologias, ou sejam trocam apenas de endereço e não de método.
E a busca incessante por suprir essa necessidade, mas encontrar sempre a mesma coisa no mercado causa frustração, gerando desde inadimplência e até evasão sem uma justa causa.

Outro aspecto muito característico deste sistema limitado de ensino são as provas, por se tratar de uma metodologia própria, as provas são criadas para medir o conteúdo aplicado e não o conhecimento proficiente da língua. O que impacta nos resultados reais e mensuráveis do que de fato abrange a fluência.




E o que de fato compreende essa fluência, como mensurar o que é fluência?

Há um equivoco quando falamos de fluência, primeiro para compreendermos esse termo, precisamos entender e separar os países onde a língua nacional é o inglês, de países cujo a língua Inglesa é ensinada para uso exclusivo da comunicação e do livre comércio e países em expansão. Hammer (2015) descreve estas categorias da seguinte forma:
Os falantes nativos, cuja língua Inglesa é a principal forma de comunicação.
Os falantes estrangeiros, cuja a língua Inglesa é aprendida como uma segunda língua.
Os falantes em expansão, cuja a língua Inglesa é aprendida por opção ou necessidades externas, por exemplo, diferenciais curriculares.
Pessoas aprendem inglês por diversos motivos, mas o que delimita o nível de fluência e aptidão do uso da língua são os testes de proficiência. Os testes foram criados em 1979, a pedido da indústria e comércio japonês.
A Tabela CEFR é dividida em 6 níveis que vai do A1 ao C2, ela descreve o que cada candidato deve estar apto a fazer em cada nível e os testes de proficiência avalia o candidato de acordo com estes níveis A1 que é descrito como o básico e C2 que é descrito como o nível mais avançado e mais proficiente.
O que notamos é que nas as metodologias tradicionais e conhecidas no mercado, apesar dos cursos serem desenvolvidos com  base na tabela CEFR as metodologias veem sendo falhas em 2 situações:
Ao  medir o nível de proficiência de cada aluno;
E não foca no formato de ensino personalizado;
O Autor Dick Allwright em 1979 criou a tese de que os professores de língua deveriam focar e propor atividades aos alunos que os desafariam a solucionar os problemas da língua em que eles aprendiam, esta tese colocou os alunos que estavam se preparando para entrar na Universidade do reino Unido, no centro do seu aprendizado.
Allwright colocou em prática e propôs desafios voltados  a língua falada no dia a dia, com  atividades comunicativas genuinamente reais. Esta ação resultou no que chamamos hoje de abordagem comunicativa, e durante as análises de dados pôde se observar que os alunos que aprendiam através desta abordagem comunicativa performavam melhor nos testes de proficiência comparados aos outros que foram preparados na  forma mais tradicional.
Atualmente vemos essa discrepância também no mercado atual, em uma escola de ensino de idiomas com metodologia própria é possível ver que apenas 3,5% dos seus alunos após passarem por todo o seu processo de aprendizagem conseguem atingir a nota máxima da tabela CEFR o nível C1, isso ocorre porque apenas 3,5% dos seus alunos de fato, conseguem desenvolver todas as habilidades necessárias  mensuráveis no teste de proficiência.
Estima-se que apenas 31,5% possuem proficiência B2, ou seja intermediário e os outros 65% trocam de escola ou acabam por desistir de vez de aprender inglês, estima-se que 30% e 40% desistem do curso nos primeiros 2 anos.